Já fazem quase 3 meses que cheguei em Barcelona.
Já me sinto um pouco em casa mas ainda não encontrei a minha sintonia aqui. Creio que no inverno é mais díficil. Dá mais preguiça de sair na rua quando você tem uma estufa ligada quentinha no seu quarto, com um monte de filmes para ver e chances de se aventurar na cozinha.
Não sei se encontrei minha turma também. O pessoal é muito legal mas parecem viver em uma sintonia diferente da minha. Ai eu me "aburro" um pouco quando não tem ninguém mais pilhado que eu para me levar por ai.
Vou ao banheiro 4 vezes por dia. Tenho feito pouca ginástica mas estou andando bastante de bicicleta. No inverno é a maneira de se sentir mais vivo possível.
Tenho saudades do meu cachorro. Do calor dos amigos do Brasil, do aconchego do lar com comida pronta, roupa lavada, dinheiro no bolso.
Estou aprendendo com a minha escolha. Tentando me motivar a sair por aqui desbravando e conhecendo cada vez mais pessoas novas e diferentes. Mas, no inverno é difícil soltar o bode de perto.
(pausa para um turbilhão de emoção ao saber que Lis chegou, filhota da Paulinha! :) )
5 de dez. de 2010
3 de set. de 2010
17 de ago. de 2010
pra ser feliz, é preciso não saber ser feliz

vendo o programa Saia Justa (amooo), escutei esse comentário do psicanalista Jorge Forbes e achei que era bom guardar e compartir essa informação:
"Felicidade não é bem que se mereça. Nós estamos acostumados a pensar o contrário. Que felicidade é um bem que a gente merece. A gente faz esforço pra isso, reza pra isso, compra livro de auto-ajuda. Nada disso funciona. Tudo que você pode obter quando você segue essa disciplina é prazer. A felicidade é um estado que põe em dúvida sua identidade. Como ela é fruto do acaso, da surpresa, do inesperado, como ela diz respeito a alguma coisa que você não sabe nomear, você entra em crise de identidade. Você fica sem saber quem você é. Aquela pessoa que não suporta por um determinado momento, às vezes, momentos mais largos, ficar sem saber o que ela é, terá fechada completamente as portas da felicidade."
13 de jul. de 2010
8 de jul. de 2010
2 de jul. de 2010
30 de mai. de 2010
25 de mai. de 2010
Gorila virgem!
PAULO PEIXOTO
DE BELO HORIZONTE
Ele é chamado de Idi ou de "Grandão", mas nunca de Idi Amin, nome do ex-ditador de Uganda com o qual foi registrado. Aos 37 anos, o único gorila da América do Sul ainda é virgem. DE BELO HORIZONTE
Há anos o zoológico de Belo Horizonte procura uma fêmea para Idi, sem sucesso.
Gorila de planície, ele é uma das principais atrações do zoo, não só pelo porte físico (1,80 m e 236 kg). Chama atenção pela cara de tranquilidade e por sua história.
Idi nunca teve oportunidade, na fase adulta, de conviver com uma fêmea -ou era bebê ou um gorila juvenil.
Aos dois anos, ele desembarcou numa pequena caixa no aeroporto de BH. Era 1975.
Vinha de um zoológico na França, após ser capturado na África. Com ele, Dada -sobrenome do ex-ditador-, fêmea da mesma idade.
Três anos se passaram e Dada morreu por encefalite.
Idi cresceu só, tendo como companhia um pneu, que ele rolava para lá e para cá.
A América do Sul já hospedou outros dois gorilas: Virgulino e Cleópatra, no zoológico de São Paulo. O macho morreu há cinco anos.
Cleópatra, que apanhava dele, foi transferida para BH em 1984 para fazer companhia ao jovem Idi. O plano foi frustrado: ela morreu 14 dias após a viagem, de problemas cardíacos e hepáticos.
Em 2000, o zoo de BH estreitou relações com as duas associações mundiais, como forma de chamar mais a atenção para o único gorila da América do Sul, disse o diretor Carlyle Coelho.
Mesmo assim, ele e as biólogas Valéria Pereira e Cynthia Cipreste, tratadoras de Idi, sabem da dificuldade em encontrar uma fêmea. Em toda parte há escassez de fêmeas em cativeiro.
Por isso, foi abortada a ideia de mandá-lo para fora do país, já que era grande a chance de que ele continuasse sem companheira.
Nos zoológicos de todo o mundo, vivem cerca de 700 gorilas, a maioria na Europa e nos EUA. Estima-se ainda uma população selvagem de 95 mil gorilas, de planície e de montanha, na África.
Gorilas em cativeiro vivem de 50 a 55 anos. Aos 37 Idi já tem idade geriátrica, mas ainda é sexualmente ativo.
Segundo suas tratadoras, ele não é um animal estressado, mas tem seus dias de mau humor. Aos domingos, dia de maior visitação, costuma ficar recluso. O barulho é o principal motivo.
Xodó no zoo, ele só não merecia ter o nome do ditador, morto em 2003. Foi uma escolha "infeliz", diz Coelho.
http://www.folha.uol.com.br/
20 de mai. de 2010
para refletir...
"Suas crenças se tornam seus pensamentos Seus pensamentos se tornam suas palavras Suas palavras se tornam suas ações Suas ações se tornam seus hábitos Seus hábitos se tornam seus valores Seus valores se tornam o seu destino". Mahatma G
17 de mai. de 2010
4 de mai. de 2010
3 de mai. de 2010
21 de abr. de 2010
13 de abr. de 2010
Acordei pensando nessa música
All of my life, where have you been? I wonder if I'll ever see you again...
10 de abr. de 2010
Foda...
Tô sozinha, doente, insone e sem cigarro. E ninguém se sensibiliza. Quase ninguém nunca se sensibiliza, nem a ponto de um simples telefonema. E eu descobri que o cigarro não é o causador da minha insônia. Tô sem fumar o dia todo. São quase 2 da manhã e a insonia nao tá com a menor pinta de que vai me abandonar tão cedo. Por hoje, acho que não durmo nunca mais.
Da paixão...
A paixão é uma faca de muitos gumes: move o mundo, promove mudanças e revoluções, é propulsora de impulsividades em geral, sejam elas viagens, cortes de cabelo ou crimes sangrentos. Ser passional é qualidade e defeito, é elogio e maldizer, tudo depende do ponto de vista do ouvinte e da entonação do dizente.
Porque paixão todo mundo tem - ou quase, que seja. Quase todo mundo experimenta a paixão, mas quase ninguém a vive no limite, a embute no cotidiano, a ponto de nem entender a vida sem ela. Gente pra quem o dia-a-dia é um disco arranhando de tanto repetir se não tiver paixão. Gente pra quem a paixão é o motor de tudo, seja pra trepar, pra trabalhar ou lavar o chão: nada passa batido, nada é ligeiro, tudo é intenso e manchado pela força da paixão.
Daí pode-se deduzir que quando essa gente se apaixona é de tremer o chão e incendiar as estrelas. Porque se a paixão pelas coisas em geral é fundamental, quando o alvo dela é gente é melhor sair de baixo, sair da frente, que tudo fica maravilhoso e incontrolável. Quem tem medo de intensidade não agüenta nem um mês. Quem gosta da coisa, e portanto é tão passional quanto o apaixonado em questão, devolve na mesma medida, e aí é crise na certa.
Retirado do blog do filme "Nome próprio"
Porque paixão todo mundo tem - ou quase, que seja. Quase todo mundo experimenta a paixão, mas quase ninguém a vive no limite, a embute no cotidiano, a ponto de nem entender a vida sem ela. Gente pra quem o dia-a-dia é um disco arranhando de tanto repetir se não tiver paixão. Gente pra quem a paixão é o motor de tudo, seja pra trepar, pra trabalhar ou lavar o chão: nada passa batido, nada é ligeiro, tudo é intenso e manchado pela força da paixão.
Daí pode-se deduzir que quando essa gente se apaixona é de tremer o chão e incendiar as estrelas. Porque se a paixão pelas coisas em geral é fundamental, quando o alvo dela é gente é melhor sair de baixo, sair da frente, que tudo fica maravilhoso e incontrolável. Quem tem medo de intensidade não agüenta nem um mês. Quem gosta da coisa, e portanto é tão passional quanto o apaixonado em questão, devolve na mesma medida, e aí é crise na certa.
Retirado do blog do filme "Nome próprio"
7 de abr. de 2010
Continuando a reflexão, sob um ponto de vista menos mulherzinha...
Refletindo sobre o assunto, comecei a perceber algumas verdades sobre mim mesma. Por exemplo, eu me amarro em relações pointless. Eu gosto é de quem tá longe. Gosto é de quem não gosta de mim. Gosto é quando a gente sabe que não vai casar e ter dois filhos loirinhos e uma casa com cerquinha branca. Não necessariamente tudo isso junto, mas uma certa dose de não-comprometimento tem sido basicamente o ingrediente principal de TODAS as minhas relações afetivo-amorosas.
Então o que me incomoda de verdade na minha relação com o peguete-carioca é que a gente não fez combinado nenhum. Veja bem, eu não ligo que a gente more longe. Não ligo que não haja compromisso de se ver ou se falar (embora isso exista implicitamente). Não me importo se ele tá ou não pegando meninas bestas na balada. Foda-se . Mas me incomoda o fato de isso tudo não ter sido combinado! E essa coisa flutuante é que me deixa angustiada.
Não, não quero um namoro, não desse jeito. Desculpa, mas eu não acredito em relações monogâmicas e com alto grau de compromisso a distância, a não ser que uma das partes tenha planos certos de mudança a curto prazo. Se não, não. Eu não quero namorado virtual, eu quero cafuné de verdade.
Quero é conversar sobre a situação. Mas eu morro de preguiça disso, nunca acho um momento bom, nunca consigo falar exatamente o que sinto, acaba dando sempre mais errado do que certo e eu desisto. Vou empurrando com a barriga e fica assim pra sempre. Eu tenho medo de conversas e de envolvimento de verdade. A pessoa tem medo disso e de tudo mais que existe no mundo, incluindo voar de asa delta e ser pego fumando um backinho no poxxxxxxto 12.
Situação ridícula, de todas as maneiras, né. Desisti de pensar nessa relação e deixar a vida levar pra ver onde vai dar. Mas, se alguém souber de algum tipo de emprego no RIo, me fala, que vou correndo prá lá ahhhhhhhhhhhhhh brincadeira (com fundinho de verdade)
Então o que me incomoda de verdade na minha relação com o peguete-carioca é que a gente não fez combinado nenhum. Veja bem, eu não ligo que a gente more longe. Não ligo que não haja compromisso de se ver ou se falar (embora isso exista implicitamente). Não me importo se ele tá ou não pegando meninas bestas na balada. Foda-se . Mas me incomoda o fato de isso tudo não ter sido combinado! E essa coisa flutuante é que me deixa angustiada.
Não, não quero um namoro, não desse jeito. Desculpa, mas eu não acredito em relações monogâmicas e com alto grau de compromisso a distância, a não ser que uma das partes tenha planos certos de mudança a curto prazo. Se não, não. Eu não quero namorado virtual, eu quero cafuné de verdade.
Quero é conversar sobre a situação. Mas eu morro de preguiça disso, nunca acho um momento bom, nunca consigo falar exatamente o que sinto, acaba dando sempre mais errado do que certo e eu desisto. Vou empurrando com a barriga e fica assim pra sempre. Eu tenho medo de conversas e de envolvimento de verdade. A pessoa tem medo disso e de tudo mais que existe no mundo, incluindo voar de asa delta e ser pego fumando um backinho no poxxxxxxto 12.
Situação ridícula, de todas as maneiras, né. Desisti de pensar nessa relação e deixar a vida levar pra ver onde vai dar. Mas, se alguém souber de algum tipo de emprego no RIo, me fala, que vou correndo prá lá ahhhhhhhhhhhhhh brincadeira (com fundinho de verdade)
Tô cansada de ser mulherzinha
Tenho raiva de mim mesma quando passo por uma fase muito "mulherzinha". Tudo estava indo muito bem até eu resolver ir pro Rio na semana Santa encontrar o mocinho que eu tinha conhecido no Carnaval. Vejam bem!! Queria que alguém me explicasse de onde eu tiro essas idéias... Freud, Lacan, me salvem! Enfim, voltando ao assunto após um momento reflexão-digressão, cheguei lá e ao contrário do que vcs devem estar pensando, dada a maneira que comecei este post, correu tudo às mil maravilhas... 4 dias perfeitos, de Sol, praia, gatinho 24h, que, pasmem, até cozinhou prá mim e me apresentou prá mae e amigos.
O problema era a hora de ir embora, mal dormi a última noite pensando que eu ia ter que ir embora, que eu não moro no Rio, que a minha realidade não é aquela e, basicamente, tava quase arrependida porque sabia o que vinha depois... Não deu outra, bastou entrar no taxi para ir para o aeroporto que comecei a chorar compulsivamente. Afeeeeeeee, fazia muito tempo que não chorava por ninguem. E até que não foi de todo o mal libertar o choro entalado. Ok, voltei prá BH, a vida continua, como não poderia deixar de ser. Sim, falo com ele pela internet e tal, mas e aí?? De que adianta? To com raiva de estar com esses sentimentos de mulherzinha, enquanto ele tá lá, muito mais pé no chao, levando a vida dele, como os homens de uma maneira geral conseguem fazer. Disse que vai me ver em Sampa. Hum, duvido. E também nem sei se quero, prá chorar de novo na despedida. QUero ficar mais dura e fria, não quero mais ser mulherzinha.
O problema era a hora de ir embora, mal dormi a última noite pensando que eu ia ter que ir embora, que eu não moro no Rio, que a minha realidade não é aquela e, basicamente, tava quase arrependida porque sabia o que vinha depois... Não deu outra, bastou entrar no taxi para ir para o aeroporto que comecei a chorar compulsivamente. Afeeeeeeee, fazia muito tempo que não chorava por ninguem. E até que não foi de todo o mal libertar o choro entalado. Ok, voltei prá BH, a vida continua, como não poderia deixar de ser. Sim, falo com ele pela internet e tal, mas e aí?? De que adianta? To com raiva de estar com esses sentimentos de mulherzinha, enquanto ele tá lá, muito mais pé no chao, levando a vida dele, como os homens de uma maneira geral conseguem fazer. Disse que vai me ver em Sampa. Hum, duvido. E também nem sei se quero, prá chorar de novo na despedida. QUero ficar mais dura e fria, não quero mais ser mulherzinha.
6 de abr. de 2010
25 de mar. de 2010
22 de mar. de 2010
Ontem eu sofri por você
Bom, mera coincidência mas o assunto continua...de outra forma.
A Si já falou dele aqui. Tem até foto também. Algumas de vocês certamente conheceu e riu de alguma coisa ao lado dele. Rir com ele era fato. Pra mim todas as vezes.
Mas ontem eu sofri por ele, e acho que foi o dia em que mais senti sua falta em todos desde o primeiro dia que nos falamos.
O Indio, amigo de infância de Ricardo Ortiz casou-se ontem. Uma cerimonia linda, cheia de amor e amigos. Mas tava faltando ele. E o espaço físico de sua ausência era bem grande, mas o que faltou mesmo foi a risada alta, o sorriso profundo, o olhar certeiro e principalmente seu abraço forte e quente.
Eu senti muito a sua falta. E fui dormir pensando em você.
Acho que no fundo ele sabia que não viveria o ontem. A Si me mostrou seu último texto publicado em seu blog no dia 15 de janeiro de 2010, dias antes em que ele entrou numa sala de cirurgia e não voltou mais.
Quest'anno è mio!
Pode ser igual ao que foi. Pode ser pior. Pode ser que o não sucesso aconteça, e se isso acontecer não se esqueça: agradeça. Antes que alguem se meta a besta de perguntar, digo que a vida é bem calma nesse lugar. Lugar comum. Vire a ampulheta, observe cada grão. Tempo inexiste, mas conto com detalhe cada fração. Minutos, segundo as horas, seguindo as lógicas da mudança que se anuncia. Se as estações não se definem, o que dirá das emoções. Nunca lineares, sempre cíclicas. A busca da trilha. Há sempre duas portas. Você pode ir pra cá, pode ir pra lá e pode tropeçar e meter a boca no meio delas. Energia se renova a cada tapa na cara. A cada tara, uma certeza. O chão que gira e o mundo não para. Encrustrado dentro do seu gigante, idéia muda e siga adiante. Não adianta. Sacrifíco é certeza, sucesso improvável mas o processo é louvável. E o progresso notável. Tire os pesos das suas costas, antes que vão parar na sua barriga. Se ninguém quer te ouvir, tenha certeza: Você não quer falar. Gastrites, ulceras, ansiedade, compulsão e dificuldade. Sonho que se lembra é aquele que se acorda na metade. E o que foi até o fim, não é sonho. É realidade.Pior ou melhor, com o egoismo todo que me veste, desculpe: 2010 é meu! E só meu.
Saudade forever.
A Si já falou dele aqui. Tem até foto também. Algumas de vocês certamente conheceu e riu de alguma coisa ao lado dele. Rir com ele era fato. Pra mim todas as vezes.
Mas ontem eu sofri por ele, e acho que foi o dia em que mais senti sua falta em todos desde o primeiro dia que nos falamos.
O Indio, amigo de infância de Ricardo Ortiz casou-se ontem. Uma cerimonia linda, cheia de amor e amigos. Mas tava faltando ele. E o espaço físico de sua ausência era bem grande, mas o que faltou mesmo foi a risada alta, o sorriso profundo, o olhar certeiro e principalmente seu abraço forte e quente.
Eu senti muito a sua falta. E fui dormir pensando em você.
Acho que no fundo ele sabia que não viveria o ontem. A Si me mostrou seu último texto publicado em seu blog no dia 15 de janeiro de 2010, dias antes em que ele entrou numa sala de cirurgia e não voltou mais.
Quest'anno è mio!
Pode ser igual ao que foi. Pode ser pior. Pode ser que o não sucesso aconteça, e se isso acontecer não se esqueça: agradeça. Antes que alguem se meta a besta de perguntar, digo que a vida é bem calma nesse lugar. Lugar comum. Vire a ampulheta, observe cada grão. Tempo inexiste, mas conto com detalhe cada fração. Minutos, segundo as horas, seguindo as lógicas da mudança que se anuncia. Se as estações não se definem, o que dirá das emoções. Nunca lineares, sempre cíclicas. A busca da trilha. Há sempre duas portas. Você pode ir pra cá, pode ir pra lá e pode tropeçar e meter a boca no meio delas. Energia se renova a cada tapa na cara. A cada tara, uma certeza. O chão que gira e o mundo não para. Encrustrado dentro do seu gigante, idéia muda e siga adiante. Não adianta. Sacrifíco é certeza, sucesso improvável mas o processo é louvável. E o progresso notável. Tire os pesos das suas costas, antes que vão parar na sua barriga. Se ninguém quer te ouvir, tenha certeza: Você não quer falar. Gastrites, ulceras, ansiedade, compulsão e dificuldade. Sonho que se lembra é aquele que se acorda na metade. E o que foi até o fim, não é sonho. É realidade.Pior ou melhor, com o egoismo todo que me veste, desculpe: 2010 é meu! E só meu.
Saudade forever.
17 de mar. de 2010

Lendo o post da Dea sobre a passagem de sua querida e amada avó, me veio outros pensamentos não sobre a morte, ou sobre a morte da matéria (alguns dizem) ou o fim absoluto (outros também).
Me veio a mente nascimento. E o que um novo ser-humano pode fazer com sua vida conturbada, conflituosa, gostosa, feliz e semi-perfeita. E como ele entra sem pedir permissão, sem pedir salário, aumento ou condução. Ele só precisa de você, inteira e com todos os seus defeitos e qualidades.
E não importa o que você faça pra entender mas parece que você não vivia até ele nascer. É assim que as mães descrevem a vida antes do nascimento de um filho. Parece que a vida era imcompleta. Não sei dizer, ainda não tenho um mini ser-humano.
Mas de qualquer forma hoje falei com um amigo que trabalhava comigo em Londres. Ele é da Bulgária e postou fotos de seu mini ser em seu facebook. E lá estava a cara da pessoa que percebeu que a vida era imcompleta. O sorriso com o mais puro sentimento do amor.
Exemplos não me faltam:
O Theo da Lili. O que aquela rapaizinho conseguiu fazer com a mãe dele. E o que ele consegue fazer com a gente, meras tias.
E também apareceu em minha vida a Julia, filha do meu querido irmão. Ela tem o poder de me virar de ponta-cabeça. Não é minha filha mas percebi significativas alterações em minha rotina egoísta.
Portanto, nesse planeta onde alguns se vão e outros vêm, sinto que por mais feliz ou triste que seja uma situação, o ciclo nunca para para que a gente entenda a complexidade da coisa. Os sentimentos são foda, intensos no máximo que o coração pode suportar.
E nós seguimos...
16 de mar. de 2010
Picture Posers
Esse site criado pelo nosso amigo Ricardo Wolff publica fotos de pessoas posando para fotos amadoras.
Idéia genial e o site é aberto para que qualquer pessoas possa retratar uma cena dessas e enviar para publicação nele.
Boas idéias nascem assim, tendo um olhar diferente sobre a realidade que nos norteia.
:)
15 de mar. de 2010
Los Dolores del Mundo
Hoje o post vai em homenagem ao nome do meu blog porque hoje vivencio a Morte. A passagem da Vida terrestre para à forma mais pura e bonita do que realmente somos, uma energia.
Vovó Elisa faleceu hoje, depois de uma vida inteira repleta de amor, realizações e saúde, que lhe faltou agora no final da vida. Morreu em casa, graças a deus na presença de seus três filhos e marido. Acredito que foi em paz. Inesperado mas em paz.
Ela sempre foi muito moderna para a época em que vivia. E acredito que foi por essa razão que meu avô, German Lorca, se apaixonou por ela. Professora e pintora, minha avó foi criada no interior, e aos 18 anos largou a família e veio para São Paulo, contra a vontade do pai dela, morar em um convento de freiras para poder lecionar em uma escola, seguindo assim sua vocação. Essa era a história que ela mais me contava ultimamente, acho que como uma manifestação da sua saudade pelos tempos já vividos quando era moça ainda. Vovô e vovó se conheceram em uma casa de dança que sempre iam, se encontravam e dançavam juntos. Namoraram, noivaram e casaram em 10 meses. E tanto ela quanto ele sempre me contaram essa história com um certo brilho no olhar que me faz acreditar que o amor eterno pode mesmo ser possível.
Ultimamente minha família sofreu várias perdas. Minha vózinha amada, Judith, que se foi no meio do ano e meu tio Heckel que faleceu agora em janeiro. O clima é pesado mas a situação, faz parte da vida. E nessa questão parece que estamos ficando cada vez mais acostumados. Essa é a sensação que tenho, pelo menos de mim. Quando soube da notícia não consegui chorar. Por um momento fiquei estática, preocupada em acalmar minha mãe. Vovó já tinha tido um câncer de pulmão ano passado e estava se recuperando agora. Tava boa, em casa, já bem esquecida da memória, mas tranquila, tocando o resto da vida. E é muito estranho pensar como um idoso convive com o fato certo da morte e mesmo assim continua vivendo o resto dos seus dias. Eu acho muito triste, mas sei que é uma coisa que só um velhinho deve saber como é.
Quando vi meu avô, chorei. Só hoje percebi o quanto ele gostava dela. 63 anos juntos. E ele chorava a sua perda como um namorando apaixonado que já não tem mais o seu amor.
Agora fica esse vazio. E o tempo vai preenchendo isso com saudades.
Sou feliz por tê-la conhecido, e a amo por tudo o que ela é e por toda a família que por graça constituiu.
Rest in Peace grandma.
devagar e sempre na nóia

agora mesmo, tô em classe e deveria estar prestando atenção ao professor de tecnologia (photoshop).
ele tem boa intenção e nos quer formar fotógrafos que se destaquem no "temido mercado de trabalho". quer que sejamos os melhores. não sei bem por qual razão, mas deve ser porque esse é seu trabalho e é assim que ele ganha a vida.
e eu, sentada em frente ao computador supostamente pra seguir os passos que ele vai dizendo, que faço se não almejo ser melhor que ninguém? às vezes, tranquilamente, assumo meu papel de boa aluna , faço os exercícios, aproveito pra conhecer e se possível aprender o que depois decidirei se vou usar ou descartar.
mas tem dias que não dá pra sustentar essa responsabilidade de conhecer e aprender coisas que a princípio não despertam interesse. Nesses momentos, entro numa nóia profunda e minha mandíbula fica tensa querendo gritar socorro. Na tentativa de um desabafo instantâneo, às vezes, cochicho com o colega do lado ou lhe peço ajuda pra acabar o exercício, já que me encontro completamente perdida.
agora mesmo, tô numa dessas crises e achei melhor recusar-me a aprender a usar um novo programa para fazer imagens panorâmicas e fugir virtualmente para esse espaço onde posso contar sem medo, minhas vontades e pensamentos a respeito da fotografia. para não parecer preconceituosa, pois admito que já fui, deixo claro que não recrimino nenhuma técnica, nem acho nenhuma melhor que outra. só necessito dizer pra mim mesma quais são aquelas que tenho escolhido pra mim:
não quero a perfeição.
quero o desenfoque, o ruído, o preto e o branco estourado.
nao quero a última tecnologia. ela corre num rítimo muito mais acelerado que eu, que vou devagar e sempre.
quero uma câmera pequena, fácil de levar, no aniversário do meu irmão, nas bodas da minha avó ou pra comprar pão na esquina.
não quero o conhecido, o planejado.
quero o inesperado, o susto, o que tá fresco ainda.
não quero conformar-me com padrões.
quero continuar na nóia pra descobrir todo dia, minha própria forma de ver e viver a vida.
7 de mar. de 2010
6 de mar. de 2010
3 de mar. de 2010
O que abandono....
Ninguém mais se manifesta?
O que acontece?
Felicidade total?
Fim das nóia?
Trabalho, amor, sexo, beleza, artes, viagens, tempo livre e dinheiro sobrando?
Espero sinceramente que sim.
Saudades de todas
O que acontece?
Felicidade total?
Fim das nóia?
Trabalho, amor, sexo, beleza, artes, viagens, tempo livre e dinheiro sobrando?
Espero sinceramente que sim.
Saudades de todas
26 de fev. de 2010
22 de fev. de 2010
Mediz
"Me diz o que eu faço nessa vida,
Me diz
Me diz
Se onde olho não há saída.
Me diz
Me diz
Como é que faz,
Como você fez
Me diz
Me diz
Como é que faz
Para ser feliz.
Me diz
Me diz."
uma música curta feita por mim.
:)
Me diz
Me diz
Se onde olho não há saída.
Me diz
Me diz
Como é que faz,
Como você fez
Me diz
Me diz
Como é que faz
Para ser feliz.
Me diz
Me diz."
uma música curta feita por mim.
:)
"A meditação não reside numa profunda reflexão mental sobre a realidade. Nem tampouco consiste em um relaxamento físico para buscar o equilíbrio do corpo. A meditação transcende toda alternativa física ou mental para levar-nos a mundos insuspeitados, a realidades que se encontram ocultas por trás dos véus dos pensamentos, da mesma forma que a espessura das nuvens velam o imenso sol durante o dia." (Sesha)
17 de fev. de 2010
A Viajante

Com franqueza, não me animo a dizer que você não vá.
Eu, que sempre andei no rumo de minhas venetas, e tantas vezes troquei o sossego de uma casa pelo assanhamento triste dos ventos da vagabundagem, eu não direi que fique.
Em minhas andanças, eu quase nunca soube se estava fugindo de alguma coisa ou caçando outra. Você talvez esteja fugindo de si mesma, e a si mesma caçando; nesta brincadeira boba passamos todos, os inquietos, a maior parte da vida — e às vezes reparamos que é ela que se vai, está sempre indo, e nós (às vezes) estamos apenas quietos, vazios, parados, ficando. Assim estou eu. E não é sem melancolia que me preparo para ver você sumir na curva do rio — você que não chegou a entrar na minha vida, que não pisou na minha barranca, mas, por um instante, deu um movimento mais alegre à corrente, mais brilho às espumas e mais doçura ao murmúrio das águas. Foi um belo momento, que resultou triste, mas passou.
Apenas quero que dentro de si mesma haja, na hora de partir, uma determinação austera e suave de não esperar muito; de não pedir à viagem alegrias muito maiores que a de alguns momentos. Como este, sempre maravilhoso, em que no bojo da noite, na poltrona de um avião ou de um trem, ou no convés de um navio, a gente sente que não está deixando apenas uma cidade, mas uma parte da vida, uma pequena multidão de caras e problemas e inquietações que pareciam eternos e fatais e, de repente, somem como a nuvem que fica para trás. Esse instante de libertação é a grande recompensa do vagabundo; só mais tarde ele sente que uma pessoa é feita de muitas almas, e que várias, dele, ficaram penando na cidade abandonada. E há também instantes bons, em terra estrangeira, melhores que o das excitações e descobertas, e as súbitas visões de belezas sonhadas. São aqueles momentos mansos em que, de uma janela ou da mesa de um bar, ele vê, de repente, a cidade estranha, no palor do crepúsculo, respirar suavemente como velha amiga, e reconhece que aquele perfil de casas e chaminés já é um pouco, e docemente, coisa sua.
Mas há também, e não vale a pena esconder nem esquecer isso, aqueles momentos de solidão e de morno desespero; aquela surda saudade que não é de terra nem de gente, e é de tudo, é de um ar em que se fica mais distraído, é de um cheiro antigo de chuva na terra da infância, é de qualquer coisa esquecida e humilde - torresmo, moleque passando na bicicleta assobiando samba, goiabeira, conversa mole, peteca, qualquer bobagem. Mas então as bobagens do estrangeiro não rimam com a gente, as ruas são hostis e as casas se fecham com egoísmo, e a alegria dos outros que passam rindo e falando alto em sua língua dói no exilado como bofetadas injustas. Há o momento em que você defronta o telefone na mesa da cabeceira e não tem com quem falar, e olha a imensa lista de nomes desconhecidos com um tédio cruel.
Boa viagem, e passe bem. Minha ternura vagabunda e inútil, que se distribui por tanto lado, acompanha, pode estar certa, você.
texto extraído do livro "A Borboleta Amarela", de Rubem Braga
16 de fev. de 2010
12 de fev. de 2010
Comédia

Certa vez a Fernanda levou uns amigos da faculdade na nossa casa, no ano 2000. O Comédia e o Indío. Passamos a noite toda dando risada e assistindo "Casa dos artistas". Na semana seguinte os meninos apareceram de novo. Na outra semana levaram outro amigo. No mês seguinte fomos em um churrasco na casa do Mol. E simplesmente 10 anos depois estávamos fazendo a mesma coisa. Nos curtindo e nos querendo. O Índio é meu instrutor de yoga e meu guru e o Comédia, é aquele gigante, o grande mestre da alegria, do amor e da felicidade. O urso que tem o abraço mais delicioso do mundo. Esse cara foi ator no meu curta-metragem, Bala (ASSISTA). Era um grande artista, fazia hip hop com refrão, estilo Sabotage, seu grande ídolo, mas falava da natureza, de conexão, de festa, de ser uma classe média que aproveita a vida mas se preocupa com o futuro. Escutem Consciência Terráqueos. Esse cara comprou um apêzinho na Vila Mariana, levou o amor da vida dele, querida Fê, uma relação antiga, a mulher dele de mais de 10 anos. Que coragem, que exemplo. E eles viviam tão felizes... Para os amigos era o recanto do urso e nós íamos lá sem ser convidados, todos os dias se pudéssemos, pois o cantinho é realmente confortável. Tem um sofá invejável, chocolates e agora um cachorrinho, o Jack.
Esse maluco queria muito ter um filho, um ursinho, queria mudar-se para Florianópolis para passear à beira da praia com o moleque, São Paulino obviamente, queria ganhar na loteria e levar todos os amigos pra Jamaica. No ínicio desse ano encanou que para que todos os seus sonhos tornassem realidade ele precisaria primeiramente emagracer e foi pras cabeças. E não voltou mais pra gente. Seu corpo foi para Terra, seu espiríto virou uma estrela bem brilhante e a memória vai viver latejante dentro do coração de cada membro de uma enorme família que vai ter que aprender a viver sem esse irmão.
Conosco fica o sorriso, o olho azul, o abraço de urso, as dicas de bem viver, o brilho, a "vibe" e uma explosão de energia.
Assistam ao videoclipe Junky Cão e a esse videoclip da música que tocou no ritual de cremação. Lindona.
8 de fev. de 2010
ó que nóia!
05:02 da matina e eu aqui desperta de tanto ter me acabado na pixta.
Amanhã assinarei minha lei áurea! :)
Amanhã assinarei minha lei áurea! :)
5 de fev. de 2010
tpmfotografica.blogspot.com

INFINITIVO: FOTOGRAFAR
eu fotografo
tu fotografas
ele fotografa
nós fotografamos
vós fotografáis
eles fotografam
assim como quando se estora pipoca, mais e mais imagens explodem a cada dia no mundo. é arte? é documento? é real? é ficção? é original? é cópia? perguntas como essa me fizeram entrar em tpm fotográfica. tá difícil separar o joio do trigo e pra isso criei esse blog. pra botar a boca no trambone com coisas que me irritam e cansam os olhos e também o que arrepia porque é bom, criativo e autêntico. cê vem comigo? se a resposta é sim, comenta, critica, grita!
4 de fev. de 2010
1 de fev. de 2010
Artigo de Domingos Oliveira: Uma nova receita para o cinema brasileiro
A arte é aquilo que lembra os homens dos seus melhores valores. A honra, o amor, a dignidade etc. A arte é que ensina o homem a lutar contra a corrupção, contra a discriminação, contra a desigualdade social. E ela é boa nisso. Temos de fazer filmes populares de arte. Ou até impopulares, porém de arte.
LEIA O ARTIGO
LEIA O ARTIGO
29 de jan. de 2010
Isso me faz chorar.
Criança aguarda distribuição de comida; Haiti alerta para tráfico de crianças e órgãos após terremoto.
foto:
| Marco Dormino/Reuters |
28 de jan. de 2010
26 de jan. de 2010
Capa da revista da Folha

Fui flagrada quarta-feira, final da tarde, fazendo nada, receptiva aos prédios, à luz, às pessoas e às árvores na praça do pôr-do-sol, em companhia dos queridos Gal e Fer. Um momento mágico que durou apenas 10 minutos e foi eternizado nessa foto anônima. Nós, não menos anônimos, estamos representando o bem viver dentro da caótica São Paulo. Ninguém me entrevistou ou perguntou se sou feliz nessa cidade, mas a nossa energia respondeu essa questão sempre complexa, contraditória e com inumeros questionamentos que dependem da estação da nossa vida.
Leia a matéria em no site da folha.
22 de jan. de 2010
21 de jan. de 2010
oi, tudo bem? como cê chama? quantos anos? trabalha ou estuda? onde?

Acho chato esses papos de apresentação. Me dá a sensação de que eu mesma tô me colocando dentro de um pacote que tem no rótulo, a pergunta: te interessa? quer comprar?
Mas ainda não encontrei maneira mais fácil de dizer um nome pelo qual possam me chamar e contar o que ando aprontando, em poucas palavras. Apesar disso, acho que é bom ter cuidado para não criar imagens prontas a partir dessas informações. Também aconselho a não comprar ou descartar sem antes conhecer o produto um pouco mais a fundo.
Tô boa sim, cê tamém? Chris. 25. Estudo fotografia em Barcelona.
Depois dessa primeira parte, vem outra que acho importante comentar.
Estudei publicidade e apesar de ter me sentido muitas vezes um peixe fora d`água e ter passado 4 anos reclamando dos mercados de nicho, das teorias de Philip Kotler, da galera (com excessões) que trabalhava na Nestlé ou na DM9 cujo assunto girava entorno disso e ponto. Enfim, dessas coisinhas que se encontravam escondidos no slogan "ESPM maravilhosa".
Passados alguns anos, já não tenho mais motivos para queixas e o que me restaram são as boas lembranças desse tempo de revelar fotos no quarto escuro, tentativas de se enturmar na natação ou nos treinos de vôlei, de bar do luís ou de bar Laranja, de saídas noturnas pra fotografar no centro, cervejadas no estacionamento e de incríveis aparições nas semanas de comunicação; DALE CLAUDIÃO: é do caralho, é do caralho, é do caralho (palavras dele durante o debate que rolou)
Na margem de tudo isso, Unibanco, Cinemateca, baladinhas nos inferninhos, feiras da Canon pra tirar foto e imprimir, tirar foto e imprimir... Por essas bandas, comecei a me relacionar com outros peixes que também andavam buscando ar em outros aires.
Viver em São Paulo por 6 anos me abriu a cabeça, os olhos e me fez escolher a bicicleta ao invés do anel de noivado. Nela sai pedalando mundo afora. Depois de 2 anos longe, quando penso nessa cidade, não me lembro da Avenida Ipiranga ou da São João, mas dos endereços marcados de encontros, de amigos ou de gente boa e interessante que eu até queria converter em amigo, mas que a vida corrida dessa louca cidade ainda não deixou.
Sem mais melodramas, foi nessa época que conheci essas mina de sampa que são modernas, mas nada branquelas. A elas, grandes mulheres e lindas amigas, faço aqui minha declaração:
Desde que "parti", conheci muita gente nova que mais tarde também viraram novos amigos. Mas quando recebi o convite desse blog e li alguns posts, descobri que pra dividir nóia assim com tanta cumplicidade, tem que ter algo a mais, pode ser que seja a ginga, o samba no pé, um bronzeado no corpo ou mais provavelmente muitas histórias em comum. Tudo isso também pode ter haver com amor. Oim, sou mesmo caipira pira pora.
Prometo ser fiel e constante nos posts até que me torne uma noiada profissional.
19 de jan. de 2010
Assinar:
Comentários (Atom)




















