
Fui flagrada quarta-feira, final da tarde, fazendo nada, receptiva aos prédios, à luz, às pessoas e às árvores na praça do pôr-do-sol, em companhia dos queridos Gal e Fer. Um momento mágico que durou apenas 10 minutos e foi eternizado nessa foto anônima. Nós, não menos anônimos, estamos representando o bem viver dentro da caótica São Paulo. Ninguém me entrevistou ou perguntou se sou feliz nessa cidade, mas a nossa energia respondeu essa questão sempre complexa, contraditória e com inumeros questionamentos que dependem da estação da nossa vida.
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Um comentário:
a foto e a reportagem abraçaram a saudade que eu sinto dessa cidade. que não é minha, mas também é minha. que sobrevive ao caos e ao céu cinzento pela magia das idéias que se troca em cada esquina, em cada boteco. que constrói a cada dia uma nova São Paulo.
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